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quinta-feira, 7 de abril de 2016

RESENHA Outlander: a libélula do âmbar


Título: Outlander: a libélula no âmbar
Autor: Diana Gabaldon
Editora Saída de Emergência
Páginas: 944
Ano: 2014

Confira a sinopse no SKOOB.

RESENHA

Olá, pessoas! Tudo bem? Venho novamente aqui para falar do fantástico (e temido pela quantidade de páginas) Outlander: a libélula no âmbar. O primeiro livro, como já resenhado aqui anteriormente, foi magnífico, cheio de aventuras, proporcionando uma leitura muito agradável. O segundo livro não poderia ser diferente. Confesso que o início foi um pouco arrastado, pois, visto que estão na França para resolver assuntos jacobitas, a trama não tem muita ação, são mais conspirações entre os reis. Entretanto, quando eles retornam à Escócia, tudo volta ao normal, ou seja, encrencas, perseguições etc.

 

Logo na primeira página, você percebe um certo suspense, pois Claire está em 1968 com sua filha, passeando pela Escócia. O objetivo da viagem é mostrar à Brianna onde Claire passou vários momentos felizes. Em meio a vários passeios, Claire perde o chão com algo que ela vê em uma região pouco visitada por turistas. Assim, sem nenhuma explicação, a história retorna ao século XVIII, continuando de onde parou no primeiro livro.

Sou suficientemente honesto para dizer que não me importo com o que possa ser certo ou errado, desde que você esteja aqui comigo, Claire – prosseguiu ele com ternura. – Se foi um pecado para você ter me escolhido... então vou ao próprio diabo agradecer por ter tentado você.

O período em que Claire e Jamie estão na França é cheia de conspirações, segredos e planos de guerra. Há muitas conversas e pouca ação. No entanto, quando eles voltam para a Escócia, muita coisa acontece, o que traz de volta aquele ritmo “sedento” de leitura. De modo geral, novos personagens aparecem, outros já conhecidos retornam, alguns se revelam amigos, outros traidores. Alguns fatos relatados no livro anterior são explicados e outros são revelados (sim, fiquei muito surpreso), desconstruindo uma imagem sólida do primeiro volume.

 

A obra finaliza novamente em 1968, com muitas mais revelações que são de cair o queixo. E se já não houvesse surpresas suficientes, Clarie, Brianna e Roger serão testemunhas de um acontecimento único, o qual fará Brianna repensar sobre suas ações recentes.

Tenho ciúmes de cada lembrança sua que não me inclua e de cada lágrima que você verteu por outra pessoa e de cada segundo que passou na cama de outro homem!

De cunho histórico, foi grande o aprendizado, principalmente após a leitura do primeiro volume. Isto me fascina muito: conhecer, por meio de um romance, os hábitos, os costumes e os fatos marcantes da história mundial. Digo mundial por envolver os reinos da França, da Inglaterra e da Escócia. É fantástico conhecer as guerras travadas, seus motivos, os medos e as aflições do povo que lutavam para defender seus ideais políticos e religiosos.


Se eu fosse fazer uma analogia desse livro, eu diria que foi uma verdadeira montanha russa: começou com o tempo atual cheio de emoção, desceu várias páginas na França, voltou a subir na Escócia e seguiu com os pequenos altos e baixos que dão ritmo à obra. Apesar da frustração inicial (talvez isto se deva pela grande expectativa criada), não diria que foi um livro ruim. Foi tão bom quanto o primeiro, pois várias das ações iniciais (aparentemente) insípidas serviram de alicerce para grandes eventos posteriores. Para finalizar, só tenho uma coisa a dizer: “Outlander 3: o resgate no mar” estou a caminho!


segunda-feira, 21 de março de 2016

RESENHA: Outlander: a viajante no tempo



Título: Outlander: a viajante no tempo
Autor: Diana Gabaldon
Editora Saída de Emergência
Páginas: 800
Ano: 2014

Confira a sinopse no SKOOB.

RESENHA

Olá, pessoas! Outlander: a viajante do tempo é o primeiro livro de uma coleção. Como o próprio título sugere, há uma viagem no tempo, a qual dá início a muitas aventuras. Conheci o livro somente quando anunciaram a série. (Confira mais detalhes sobre a série no site AdoroCinema.) Não resisti... tive que comprar este livro. Apesar da quantidade de páginas (às vezes cansou o braço), é uma leitura que flui, que te faz rir, ficar tenso e se emocionar. Ao mesmo tempo em que eu queria que chegasse ao fim, eu também queria que o livro não acabasse.


Claire é casada com Frank Randall, um homem que ela descreveria como sendo muito carinhoso. Ao viajar no tempo, ela dá de cara com o ancestral de seu marido, o capitão inglês Jonathan Randall, um homem sem escrúpulos – extremamente o oposto de Frank.

“A dura verdade é que um ato simples pode ter consequências muito sérias em lugares e tempos com estes, especialmente para um homem como eu”.

Em meio a essa confusão toda, sem perceber que viajou no tempo, Claire vê-se obrigada a fugir do sósia de seu marido. Com isto, acaba nas mãos de um outro grupo, desta vez de escoceses. É neste grupo que ela conhece Jamie e toda essa fantástica aventura começa.

“Eu mesmo posso suportar a dor, mas não aguentaria vê-la sofrer. Está acima das minhas forças”.

Ao lado de Jamie, Claire passará por altos e baixos, sentirá saudades de casa, de Frank, bem como de muitas outras coisas que o século XX proporcionava. Uma obra fantástica, que te leva ao século XVIII, expondo sem pudor os costumes da época.


Esse foi o primeiro livro da Diana Gabaldon que eu li e só posso dizer uma coisa: comprei todos os volumes seguintes disponíveis. Não foram muitos os livros que me prenderam tanto quanto este. Li muito rápido. Não via a hora de chegar em casa e ler mais um pouquinho e descobrir qual a próxima solução para o problema apresentado. Estou bem ansioso para ler a continuação, até porque tem gente que descobriu que... Ah, deixa para lá! Não vou estragar a surpresa de quem ainda não leu. Recomendo!